
Será assim? Não, não é. Evidentemente que enquanto o património estiver no estado em que está, a felicidade cultural não existe. Numa época de grandes magrezas, é necessário dinamizar vontades, criar novas ideias e incrementar a imaginação. É necessário salvaguardar o espaço e construir um núcleo temático do Castro. As escolas teriam aí um papel relevante. Mas também teria um papel relevante o Pompeu Miguel Martins de Galochas a tirar o mato, o Daniel, vindo de Paris, a reconstruir o muro e todos os técnicos superiores da autarquia, que os deve haver em número suficiente, a ajudar na tarefa.
Parabéns, Jesus Martinho, e muito obrigado pela salvaguarda no nosso património.
António Daniel
1 comentário:
Existe 350 mil euros para a relva sintética do campo numero dois do Fafe mas para o povoado castejo nem ve-lo...
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