Em Destaque:
Expensive Soul & Jaguar Band
Praça Mártires do Fascismo
Dia 7, 22H
Música:
Uxukalhos
Praça Mártires do Fascismo
Dia 6, 23H
Animação de Rua:
Jardim Encantado da Fantasia
Jardim do Calvário
Dia 7, 15H
Feira das Coisas
Rua António Saldanha
Dia 7, 08:30H
Gastronomia:
Petiscos Associativos
Praça Mártires do Fascismo
Dias 5, 6, 7 e 8
05 julho 2012
03 julho 2012
Meo para Autarquias
Porque as ideias e a discussão pública não se devem limitar à estátua da Justiça de Fafe, nem ao Parque da Cidade, aproveito para deixar a sugestão à autarquia, neste espaço, de uma nova aplicação destinada aos municípios portugueses, desenvolvida pela PT.
Trata-se da aplicação "MEO para Autarquias", que é uma solução
de comunicação multicanal – aplicação na televisão, site web e site mobile –
que permite às autarquias disponibilizarem, aos seus munícipes e a todos os
portugueses, conteúdos institucionais e informativos relativos aos Municípios e
Regiões. O MEO
para Autarquias (Santarém é a primeira) está disponível na TV para todos os clientes
IPTV (ADSL e fibra ótica com meobox) através da aplicação MEO Local, no MEO
Interativo (acesso via botão azul do comando, na categoria Úteis).
Esta solução permite às autarquias a publicação de
informação com o objetivo de promover o território de um ponto de vista
turístico, social e económico, possibilitando em simultâneo o acesso
simplificado a um universo de pessoas com maior dificuldade de acesso à
internet, bem como a promoção do acesso a conteúdos em mobilidade.Com conteúdos sempre atualizados pela
autarquia, de acesso fácil, rápido e intuitivo e com uma forte componente local,
promove-se uma maior proximidade com os munícipes e uma imagem de inovação e
criatividade do Município na promoção da região.
Bem sei que a nossa Câmara Municipal tem um site que não nos orgulha, nem dá a devida importância às novas ferramentas de comunicação. Apesar disso, parece-me importante enumerar, neste blog, ideias e iniciativas de outros locais que podem ser uma mais valia para Fafe.
Pedro Fernandes
29 junho 2012
A Entrevista a Antero Barbosa
Não conheço pessoalmente Antero
Barbosa, mas reconheço-lhe algumas qualidades. Quando muitas vezes pergunto aos
meus conterrâneos quem é Antero Barbosa, as respostas confluem para um epíteto:
é um tipo porreiro. Pelas suas intervenções, não é difícil constatar estarmos
perante alguém humilde na forma como se vê no espelho do poder autárquico. Ora,
isto tem o valor que tem, ou seja, um valor residual que dificilmente alcança
qualquer objectvidade. Porém, pergunto-me se assim será. Vamos encetar uma
breve reflexão a partir daquilo que Antero disse para descobrir o que pensa mas
não disse. Houve três expressões que me chamaram a atenção: «…queremos ir de
encontro ao partido» relativamente à escolha do candidato, a alusão ao café
«Império» no que respeita ao convite formulado por José Ribeiro e «algum
desenvolvimento» referindo-se a Fafe.
1. Comecemos
pela primeira. Vislumbro nessa expressão um óbvio «acto falhado», partindo do
princípio que Antero quereria dizer «ir ao encontro…». «Ir de encontro…» é ir
contra. Talvez Antero pense isso mesmo, ir contra aquilo que o partido já pensa
que irá fazer, ou seja, quanto ao candidato a apresentar. Será? Antero sabe
que, como havíamos referido num texto anterior, é o candidato de Ribeiro e, possivelmente,
do partido, mas está um pouco enfraquecido pela ausência de obra, nada
expectável pelo pelouro que lhe foi destinado. Não é por acaso que começa a
justificar-se pelo fim das parcerias público-privadas.
2. O
café «Império», pelo menos aquele que conhecíamos, já não existe. Por que razão
Antero Barbosa o nomeou? Para mostrar uma proximidade à terra (será que alguma
vez teve?) e para dizer que nunca esqueceu tal acontecimento… à atenção de José
Ribeiro. Mas cuidado, que os impérios são passageiros.
3. Paradoxalmente,
Antero Barbosa, qualificou Fafe como uma terra com «algum desenvolvimento».
Esta expressão é própria de alguém que nunca foi de Fafe. Faz-me lembrar
aqueles que, por vários motivos, vivem fora e olham para a sua terra de origem
com alguma sobranceria, promovendo a ideia que sabem o que é desenvolvimento.
Convenhamos que Peniche ou Vieira do Minho não são paradigmas de desenvolvimento, por muito que goste de
caldeirada, das Berlengas ou da Barragem do Ermal.
Obviamente que Antero Barbosa não
utilizou as expressões de uma forma racional e calculista, mas a matriz está
lá.
António Daniel
25 junho 2012
19 junho 2012
Sugestão Musical - Novos Talentos Fnac 2012
A iniciativa Novos Talentos FNAC tem como premissas a liberdade artística e a promoção da diversidade cultural, à margem das correntes, desprendida de estilos e de modas. A colectânea Novos Talentos FNAC Música pretende ser um retrato fiel dos projectos emergentes da cena musical portuguesa. Após o sucesso atingido com as edições de 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 nas quais se destacaram os então desconhecidos Deolinda, Mazgani, Rita Redshoes, Sean Riley & The Slowriders, Anaquim, Samuel Úria, B Fachada, Os Pontos Negros, Orelha Negra, Paus, We Trust capitão Fausto e Best Youth, a FNAC volta a lançar, este ano, uma nova edição que integra 60 temas inéditos, de 60 novos talentos, num CD triplo e onde se inclui o tema "Pensei que fosse fácil" do fafense Valter Lobo. O CD Novos Talentos FNAC 2012 que pode ser adquirido por 4 Euros, revela o futuro da música portuguesa, a nova geração de músicos portugueses que aposta, cada vez mais, numa mistura de linguagens na qual se cruzam estéticas e discursos inovadores. A totalidade das receitas deste CD reverte para o projeto de responsabilidade social Infotecas FNAC/AMI – Contra a Infoexclusão que visa construir espaços de acesso às Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC), proporcionando às pessoas carenciadas uma nova oportunidade de participação na sociedade da informação e do conhecimento e, consequentemente, de inclusão social e de integração profissional.
15 junho 2012
A Discussão Pública
A Câmara
Municipal colocou em discussão pública a mudança de localização da estátua da
justiça e do projeto do parque da cidade. Bonito, dizem uns; democrático e
correcto, dizemos todos nós. Pois, mas dá para desconfiar. Se a localização da
dita justiça é justificável através de critérios puramente estéticos e,
sinceramente, sem grande pertinência temporal, já o parque merece uma atenção
especial, pois corresponde ao grande calcanhar de Aquiles deste executivo.
Deste modo, o executivo está a desviar as atenções, está a atribuir poder ao
cidadão de decidir aquilo que nunca decidiu. Convenhamos que a estratégia é
interessante e esperta. O cidadão comum pensará que existe, julgará que é uma
peça fundamental na gestão política da Câmara e esquecerá, na altura do voto, o
fracasso do projeto inicial do parque. Boa oportunidade de reler Maquiavel.
Na mesma
semana, o recém-criado Notícias de Fafe colocava em manchete o monumento da
justiça e a respectiva discussão pública. Num pequeno espaço no quanto superior
esquerdo uma notícia de somenos importância: desemprego sobe em Fafe. Sim,
realmente de desemprego estamos habituados, ao passo que a mudança do monumento
deve cativar todas as atenções, pois daí irão surgir grandes transformações. E
assim vamos nós. Espero que a moca nunca caia.
António Daniel
10 junho 2012
O Crescimento Económico e Social do País
Pois bem, é certo e sabido que não há receitas infalíveis, métodos perfeitos ou procedimentos imbatíveis. Mas o que o nosso País atravessa é também uma crise de confiança. Quem se nortear por índole de tecnocracia, certamente que terá um grande sucesso na matemática, mas de Pessoas e da condução eficiente do destino individual e coletivo das mesmas, não será a sua especialidade certamente.
Assim, o nosso país precisa de medidas que coadunem padrões de comportamento. Não podemos nem devemos continuar a gastar mais do que ganhamos, continuar a fazer da fuga aos impostos um jogo quotidiano, pensar em comprar tudo de fora. É necessário produzir mais para nós mesmos, diminuindo a proporcionalidade negativa da nossa balança comercial. Menos importações e mais exportações. Ganha-se em dinheiro, em qualidade de produtos e aumentam-se a criam-se mais postos de trabalho.
Em consonância com tudo isto é fulcral investir no acréscimo de um Estado Social. O pior que pode suceder a uma sociedade no seu caminho de desenvolvimento é o acréscimo das desigualdades. Não pode continuar a aumentar o fosso entre os que são pobres e os que são ricos. Uma classe média estável é o garante de uma sociedade. Assim, é preciso um mínimo que garanta a dignidade da pessoa humana. O combate à pobreza deve ser essencial e muito atuante. O acesso à educação, ao ensino, aos cuidados de saúde para todos deve ser prioridade. Só uma sociedade informada, bem cuidada pode progredir. Sem despesismos, investir nestas áreas tem retorno garantido. A população assim estará muito melhor preparada para fazer face às dificuldades que existem.
E muito importante, é necessário criar emprego, seja no apoio aos privados que deem condições dignas e corretas aos seus trabalhadores, seja no apoio aos cidadãos proactivos e com grande capacidade de superação, a criação de novos postos de trabalho é essencial. Investir em áreas de futuro, cimentar a boa prática de pagamentos, a tempo e horas, de modo a que o dinheiro continue o seu fluxo de circulação é primordial!
E é crucial ter esperança, acreditar e muita vontade! Pensamento positivo, o importante numa maratona não é de onde se parte, mas em que lugar se chega, e nós, como povo temos capacidades enormes!
João Castro
05 junho 2012
A Justiça de Fafe
Apesar de pouco relevante e
escusada, a discussão à volta da possível deslocação do monumento da Justiça de
Fafe pode suscitar algum interesse intelectual. Por isso, aqui procurarei
apresentar as razões, creio que um pouco diferentes daquelas que têm surgido,
pelas quais não considero pertinente a deslocação do monumento.
A justiça, numa acepção abrangente,
consiste em atribuir às pessoas aquilo que merecem. Sem querer entrar em
discussões mais ideológicas sobre as questões de igualdade ou até de igualdade
de oportunidades – até porque não é o lugar apropriado – o certo é que o
conceito de justiça está intimamente ligado à própria natureza humana. Um dos
conceitos mais susceptíveis de reação por parte das crianças é a justiça e
todos nós, independentemente das origens e credos, estamos predispostos a falar
de justiça. Mesmo não sabendo explicitar o conceito, todos o conhecem e todos
são muito sensíveis aos seus efeitos. Portanto, o Estado não fez mais que
formalizar a justiça que, em virtude da nossa racionalidade, faz parte das
nossas idiossincrasias mais nucleares.
A Justiça de Fafe significa mesmo
isto, significa a lei natural na sua maior manifestação, na defesa da honra
que, por vezes, a justiça positiva, própria de um estado de direito, não
consegue vislumbrar de imediato. Portanto, a Justiça de Fafe perpetua e
vincula-nos a pensar na verdadeira natureza humana e, por esse motivo, possui
uma dignidade universal, não particular como muitos, levianamente, querem fazer
crer.
O facto do monumento se situar
por detrás do Palácio da Justiça não o desmerece, antes pelo contrário, pode
proporcionar um bom motivo para pensar nos fundamentos da própria justiça.
António Daniel
31 maio 2012
Junho
Em Destaque:
Moonspell
Pavilhão Multiusos
Dia 22 (22H)
10 Eur
Música:
Festival de Bandas Emergentes
C/ Dynamite Trust (Guimarães) , The Pende (Fafe) e Dusk at The Mansion (Lisboa)
Escola EB2/3 Padre Joaquim Flores
Dia 15 (22H)
Teatro:
"Médico à Força" de Moliére pela Jangada Teatro
Cine Teatro de Fafe
Dia 2 (21:30H)
3 Eur
Moonspell
Pavilhão Multiusos
Dia 22 (22H)
10 Eur
Música:
Festival de Bandas Emergentes
C/ Dynamite Trust (Guimarães) , The Pende (Fafe) e Dusk at The Mansion (Lisboa)
Escola EB2/3 Padre Joaquim Flores
Dia 15 (22H)
Teatro:
"Médico à Força" de Moliére pela Jangada Teatro
Cine Teatro de Fafe
Dia 2 (21:30H)
3 Eur
26 maio 2012
22 maio 2012
Audição Pública
Estamos todos convidados a participar e a apresentar as nossas propostas acerca da deslocalização do monumento à Justiça de Fafe bem como da revisão do projecto do Parque da Cidade.
Presencialmente, dia 30 de Maio às 21:30H no auditório na Câmara Municipal de Fafe ou durante o mês de Junho através do email audicaopublica@cm-fafe.pt
Todas as imagens, assim como os respectivos detalhes dos projectos podem ser consultados no site do município (www.cm-fafe.pt), estando os mesmos disponíveis para download.
A autarquia (e bem!) abriu a discussão aos fafenses. Temos, por isso, a oportunidade e o dever de levar à discussão pública as nossas sugestões. A nossa participação cívica é essencial para o presente e o futuro de Fafe!
Presencialmente, dia 30 de Maio às 21:30H no auditório na Câmara Municipal de Fafe ou durante o mês de Junho através do email audicaopublica@cm-fafe.pt
Todas as imagens, assim como os respectivos detalhes dos projectos podem ser consultados no site do município (www.cm-fafe.pt), estando os mesmos disponíveis para download.
A autarquia (e bem!) abriu a discussão aos fafenses. Temos, por isso, a oportunidade e o dever de levar à discussão pública as nossas sugestões. A nossa participação cívica é essencial para o presente e o futuro de Fafe!
14 maio 2012
Parque da Cidade - Ideias
O atual contexto económico e
financeiro veio alterar opções de investimento, tanto ao nível particular, como
ao nível público. Sem o financiamento das instituições bancárias, os grandes
projetos previstos para muitas das cidades deste país ficaram, inevitavelmente,
condenados a não sair do papel. Em Fafe, já tinham havido sinais de que as
parcerias público-privadas teriam grande dificuldade de financiamento, logo, a sua
execução não irá avançar mas, sabemos, recentemente, que o projeto para o atual
Parque da Cidade poderá ser modificado, segundo a intervenção do presidente da Câmara Municipal na assembleia de jovens munícipes – “A crise não vai deixar
fazer obras. É um assunto que será colocado a discussão pública. Temos que
ouvir os fafenses para delinear ideias”.
Aproveitando a intervenção
pública de José Ribeiro por altura do 25 de Abril do presente ano, volto a
abordar este tema depois de ter exposto aqui a minha opinião num artigo datado
de 25 de Maio de 2010. Desde então até agora, pouco ou nada mudou mas, se os
fafenses estão descontentes com aquele espaço e se terão uma palavra a dizer relativamente a este projeto, é importante
que todos contribuam para ajudar a autarquia a conferir uma nova dignidade
aquele espaço central da nossa cidade. O debate em torno do Parque da Cidade
terá muito a ganhar com a participação da sociedade fafense.
Afinal de contas, o que queremos
nós fazer do atual Parque da Cidade?!
Pedro Fernandes
10 maio 2012
Florbela
Num Portugal atordoado pelo fim da I República, Florbela separa-se de forma violenta de António. Apaixonada por Mário Lage, refugia-se num novo casamento para encontrar estabilidade e escrever, mas a vida de esposa na província não é conciliável com sua alma inquieta. Não consegue escrever nem amar. Ao receber uma carta do irmão Apeles, oficial da Aviação Naval e de licença em Lisboa, Florbela corre em busca de inspiração perto da elite literária que fervilha na capital. Na cumplicidade do irmão aviador, Florbela procura um sopro em cada esquina: amantes, revoltas populares, festas de foxtrot e o Tejo que em breve verá o irmão partir num hidroavião. O marido tenta resgatá-la para a normalidade, mas como dar norte a quem tem sede de infinito? Entre a realidade e o sonho, os poemas surgem quando o tempo pára. Nesse imaginário febril de Florbela, neva dentro de casa, esvoaçam folhas na sala, panteras ganham vida e apenas os seus poemas a mantém sã. Por isso, Florbela tem que escrever! Este filme é o retrato íntimo de Florbela Espanca: não de toda a sua vida cheia de sofrimento, mas de um momento no tempo, em busca de inspiração, uma mulher que viveu de forma intensa e não conseguiu amar docemente.
Florbela
Sala Manoel de Oliveira
Quinta-Feira, Dia 10 de Maio, 21:30H
2,50 Eur
06 maio 2012
Por Que Razão Somos Assim?
Li algures que não se entende como o povo do concelho de Fafe
mostra-se passivo e amorfo face à possibilidade do governo central diminuir
alguns serviços no nosso concelho. É verdade! De facto, excetuando alguns casos
pontuais, a população tem-se mostrado quase sempre resignada. Foi assim no caso
do comboio, do hospital, da PSP, da EDP, entre outros casos. Em contrapartida,
verificaram-se os exageros no caso da destituição do padre, até com laivos de
alguma descompostura. É estranho. É necessário refletir nisto. Como é que se
faz uma espécie de levantamento popular a propósito de uma pessoa e se cai no
marasmo quando o que está em causa são instituições?
Tenho uma teoria que, certamente, terá os seus defeitos.
Melhor assim, trabalho para os leitores.
A minha teoria baseia-se em duas premissas: a primeira
corresponde à liderança; a segunda prende-se com o exercício político.
Não é comum encontrar-se na vida em geral a geração
espontânea. Dito de outro modo, as reivindicações populares não surgem do nada.
Por detrás aparece quase sempre uma liderança. Esta liderança, quer seja
messiânica (que não aprecia) quer seja racional (que aprecio) é capaz de
fornecer às pessoa motivos para a luta. Ora, em Fafe essa liderança tem
faltado. Aliás, não há líderes e não estou a ver que nos tempos mais próximos
apareçam.
O exercício político verificado nos últimos anos promove
este ambiente. É um exercício que alimenta muito a inércia e pouco a
desenvoltura (o que não é caso raro no nosso país). É um exercício do poder que
não permite a promoção da liberdade individual. Perante isto, as pessoas não se
sentem motivadas e pensam que, para colmatar alguma necessidade futura, será
preferível estarem caladas.
António Daniel
01 maio 2012
Maio
Em Destaque:
Clã
Cine Teatro de Fafe
Dia 26 (21:30h)
Teatro:
"Canastrões" de Moncho Rodriguez
Cine Teatro de Fafe
Dia 5 (21:30h)
Desporto:
Rali Serras de Fafe
Dia 26
Cinema:
Florbela Espanca
Sala Manoel de Oliveira
Dia 10 (15:30h e 21:30h)
Clã
Cine Teatro de Fafe
Dia 26 (21:30h)
Teatro:
"Canastrões" de Moncho Rodriguez
Cine Teatro de Fafe
Dia 5 (21:30h)
Desporto:
Rali Serras de Fafe
Dia 26
Cinema:
Florbela Espanca
Sala Manoel de Oliveira
Dia 10 (15:30h e 21:30h)
26 abril 2012
Os Donos de Portugal
O documentário "Os Donos de Portugal" foi emitido pela RTP2 a 24/04/2012. Apresenta a correlação das maiores e mais influentes famílias portuguesas no plano político-económico desde o início do Século XX até aos dias de hoje.
19 abril 2012
A Política de Afetos
Há uns meses atrás, numa
entrevista ao Povo de Fafe, que me deu um orgulho imenso, disse que a política
era um tabuleiro de afetos.
De fato, qualquer ator público no
modos vivendi da sociedade atual, por mais que os nobres valores da cidadania e
da convivência social altruísta e galvanizadora infelizmente, se vão esbatendo,
deve primar por quadros base que não pode nem deve substituir. É necessário e
preponderante uma cooperação quanto mais próxima melhor, entre os decisores e
os restantes cidadãos. Um cidadão esclarecido, empenhado, ativo e cooperante
será o maior alicerce de uma governação justa, correta, imparcial e
estruturada. A cidadania participativa, em que cada um representa sempre mais
do que a soma das partes, é crucial.
Deve pois o Homem político (que
são todos os Homens e Mulheres, dada a vivência em sociedade), pautar pelo
exemplo e pela retidão de comportamentos. Na ajuda ao próximo, na feitura e
preparação de projetos sustentados de realização e atividade a curto, médio e
longo prazo. A potencialização de obras comunitárias através de um
engrandecimento da carga identitária, que passem por uma abrangência sempre
pautada pelo incremento da qualidade de vida e pelo índice de satisfação per
capita são também apoios base no processo de uma sociedade pautada pela
excelência.
A consciência social e ética e o
empenhamento de um número crescente de pessoas devem levar a uma progressiva consciencialização
e a múltiplas reflexões e debates, muita investigação e trabalho de equipas
pluridisciplinares e multiculturais, muita imaginação e realismo para ir
descobrindo e implantando novas formas organizativas, novos modelos económicos,
sociais e culturais que permitam ir alcançando resultado satisfatórios para
todos, e principalmente para os excluídos da sociedade.
Daí a política de afetos em que o
garante da educação, da tolerância, do civismo, da afetividade baseada no
respeito e cooperação estão sempre em presença. É imprescindível que todos tomemos
consciência das realidades e assumamos a nossa participação no desenho e
construção do futuro da nossa casa, da nossa comunidade, da nossa terra!
João Castro
15 abril 2012
Fotos com História
AD Fafe 1973/74
Em cima: Neto, Martinho, Cláudio, Leitão, Costa, Raul
Em baixo: Manuel Duarte, Valença, Testas, Nino, Alfredo
AD Fafe 1975/76
Em cima: Tó, Raul, Manuel Duarte, Valdemar, João, Ismael, Luís Carlos, Valença e Nelo Barros
Em baixo: Avelino, Ribeiro, Lopes, Moés, Jorge, Cândido, Castro, Berto e José Maria
AD Fafe 1977/78
Em cima: Barreira, Cândido, Leitão, Castro, Manuel Fernandes, Manuel Duarte
Em baixo: José Romão, Valença, Adilson, Cartucho, Jorge
AD Fafe 1979/80
Em cima: Albano, Cartucho, Cândido, Castro, Daniel "Preto", José Maria
Em baixo: Valdemar, Valença, Manuel Fernandes, Jacinto João, Costeado
AD Fafe 1980/81
Em cima: Albano, Castro, Nogueira, Leitão, António Luís, Matos
Em baixo: Costeado, Manuel Fernandes, José Carlos, Paulo César, Jorge
AD Fafe 1976/77
Em cima: Castro, Antenor, Lopes, Edvaldo, Gaspar, Leitão, Teixeira, Valdemar, Moisés (?), Berto(?), Tó
Em baixo: Manuel Duarte, Álvaro (?), Romão, .........(?), Cartucho, Jorge, Ribeiro, Valença
Em cima: Neto, Martinho, Cláudio, Leitão, Costa, Raul
Em baixo: Manuel Duarte, Valença, Testas, Nino, Alfredo
AD Fafe 1975/76
Em cima: Tó, Raul, Manuel Duarte, Valdemar, João, Ismael, Luís Carlos, Valença e Nelo Barros
Em baixo: Avelino, Ribeiro, Lopes, Moés, Jorge, Cândido, Castro, Berto e José Maria
AD Fafe 1977/78
Em cima: Barreira, Cândido, Leitão, Castro, Manuel Fernandes, Manuel Duarte
Em baixo: José Romão, Valença, Adilson, Cartucho, Jorge
AD Fafe 1979/80
Em cima: Albano, Cartucho, Cândido, Castro, Daniel "Preto", José Maria
Em baixo: Valdemar, Valença, Manuel Fernandes, Jacinto João, Costeado
AD Fafe 1980/81
Em cima: Albano, Castro, Nogueira, Leitão, António Luís, Matos
Em baixo: Costeado, Manuel Fernandes, José Carlos, Paulo César, Jorge
AD Fafe 1976/77
Em cima: Castro, Antenor, Lopes, Edvaldo, Gaspar, Leitão, Teixeira, Valdemar, Moisés (?), Berto(?), Tó
Em baixo: Manuel Duarte, Álvaro (?), Romão, .........(?), Cartucho, Jorge, Ribeiro, Valença
11 abril 2012
Linha Vermelha
Linha Vermelha recua a 1975, quando o alemão Thomas Harlan filmou o documentário Torre Bela, sobre a ocupação de uma grande herdade no Ribatejo, propriedade dos duques de Lafões. Torre Bela transformou-se num ícone do período revolucionário português: a discussão acalorada sobre a quem pertence uma enxada da cooperativa, a ocupação do palácio, o encontro dos ocupantes com os militares em Lisboa e o processo de formação de uma nova comunidade... Trinta e seis anos depois, José Filipe Costa revisita esse filme emblemático, reencontrando os seus protagonistas e a sua equipa. Qual foi o impacto da presença da câmara sobre os acontecimentos? Que influência teve o filme sobre a memória dessa experiência? Linha Vermelha mostra como Torre Bela continua hoje a marcar a história de um período conturbado do país.
"Linha Vermelha é uma reflexão ousada sobre o cinema militante e sobre o papel político do cineasta"
Ariel Schweitzer, Cahiers du Cinéma
"Linha Vermelha é maravilhosamente conflituoso. Mais do que um documentário, é um ensaio sobre as ambiguidades que estão cada vez mais na ordem do dia no cinema contemporâneo"
Demetrios Matheou, Sight and Sound
Linha Vermelha
Prémio Melhor Filme Português
Festival Indie Lisboa 2011
Sala Manoel de Oliveira - Fafe
Quinta Feira, Dia 12 de Abril, 21:30H
07 abril 2012
Contratos On Line
Através do Portal Base (www.base.gov.pt) que regula os procedimentos para a formação de contratos públicos e que agrega informação sobre contratação pública, podemos obter mais alguma informação relativa a contratos celebrados entre diversas entidades fafenses.Por exemplo:
- A Requalificação do Quartel dos BV Fafe pela empresa "António Freitas Castro" custou 413.957.14 Eur à Associação Humanitária dos BV Fafe;
- A aquisição de serviços de Jardinagem com fornecimento de plantas ao IEFP pelo "Horto Casimiro" custou 1380 Eur;
- Os serviços de vigilância e segurança humana de edifícios afectos à actividade de formação profissional da Associação Empresarial de Fafe pela empresa "Girpe" teve o custo de 30.525 Eur;
- A promoção e realização de espectáculos musicais (Áurea, Vitorino, Clã, Luís Represas, João Gil e Ana Moura) pela empresa "Décima Colina" ao município de Fafe custou 36.000 Eur;
- A realização do espectáculo com a banda The Gift pela "Alien, Produção de Espectáculos" teve o preço de 9.050 Eur ao município de Fafe.
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