Os UHF preparam-se para editar o álbum acústico ao vivo intitulado "Ao Norte", e nele incluem uma regravação, ao piano, de "Cavalos de Corrida", o clássico que atirou a banda para a ribalta em 1980. O single serve de apresentação ao disco gravado em Fafe em Novembro de 2011. Ouça abaixo a nova versão gravada no nosso Cine Teatro.26 março 2012
"Ao Norte"
Os UHF preparam-se para editar o álbum acústico ao vivo intitulado "Ao Norte", e nele incluem uma regravação, ao piano, de "Cavalos de Corrida", o clássico que atirou a banda para a ribalta em 1980. O single serve de apresentação ao disco gravado em Fafe em Novembro de 2011. Ouça abaixo a nova versão gravada no nosso Cine Teatro.22 março 2012
Invasão à Lameirinha
19 março 2012
17 março 2012
III Jornadas Literárias de Fafe - "A Vinda do Rei D.Carlos I"
Dia 18 de Março, 15 Horas, Praça 25 de AbrilMomento alto das Jornadas acontecerá na tarde de Domingo com a recriação de vinda do Rei D. Carlos a Fafe (a qual aconteceu em 1906 e 1907). Será a maior manifestação de cultura popular e de participação das freguesias. Enrodilhadas na sua história e nas suas memórias, as gentes de todo o concelho de Fafe preparam-se, condignamente, para o maior evento cultural de que há memória.
Milhares de figurantes em cena vão encher de cor, tradição e vida todo o centro histórico da cidade.
Dezenas de grupos de folclore, duas bandas de música, jogo do pau, todos os grupos de Bombos e Concertinas do concelho, dezenas de momentos de recriação, foguetes, varandas enfeitadas à época, feira, tasquinhas, bailes, arraial, jogos tradicionais, namoros, os vários ciclos agrícolas das terras de Fafe, carros e bicicletas antigas, exposições, os usos e costumes de outros tempos...
Venha para a rua e faça de Fafe um enorme museu vivo.
Vista-se à boa maneira do Minho e junte-se à festa.
O desfile percorrerá a rota dos brasileiros, devidamente engalanada, e passará em frente ao palanque real, onde estarão o rei e as figuras ilustres fafenses de outras eras, devidamente recriadas.
14 março 2012
Justice Fafe Fest
Com organização da Câmara Municipal de Fafe, esta nova iniciativa a desenvolver na nossa cidade pretende abarcar 3 dimensões:- Realização de 3 grandes concertos no Pavilhão Multiusos com bandas de maior popularidade entre a juventude, já calendarizados (Dia 31 de Março - Santos e Pecadores; Dia 22 de Junho - Moonspell; Dia 28 de Setembro - Fingertips);
- Festival de Bandas Emergentes a ter lugar nas freguesias de Arões, Revelhe e Silvares, com gravação da 1ª Coletânea Justice Fafe Fest.
- Uma operação de promoção das grandes causas do nosso tempo, recuperando a ideia de Justiça de Fafe, com a realização de workshops e mostra de organizações não governamentais associadas a diferentes temáticas, tais como a luta contra o racismo e xenofobia, igualdade género, hábitos de vida saudável, inclusão social de jovens com menos oportunidades, diversidade cultural, entre outras.
09 março 2012
III Jornadas Literárias de Fafe - "A Volta das Caravelas"
Dia 9 de Março, 21 Horas, Pavilhão MultiusosNo Séc. XV, os descobrimentos portugueses mostraram ao mundo a grandeza e o engenho de Portugal. Os séculos passaram… As caravelas perderam-se na bruma… E o império se desfez."
O Pavilhão Multiusos de Fafe irá assistir ao reerguer da história num grandioso evento cultural, onde o real e o imaginário se abraçam.
Num recinto condignamente engalanado para a ocasião, o público assistente terá o privilégio de presenciar A VOLTA DAS CARAVELAS, conduzidas pela ousadia e mestria de mais de 1500 crianças e jovens, através de um mar a cheirar a música. Ao ritmo certo das caravelas, e envoltos numa dimensão mágica, criativa, literária e histórica, a palavra, a música, a dança, o canto e a encenação surgem em cena determinados a mostrarem a alma de um povo, pintada de mar, terra, ar e fogo. O espectáculo pretende homenagear a cultura brasileira, de raiz portuguesa.
O Pavilhão Multiusos de Fafe irá assistir ao reerguer da história num grandioso evento cultural, onde o real e o imaginário se abraçam.
Num recinto condignamente engalanado para a ocasião, o público assistente terá o privilégio de presenciar A VOLTA DAS CARAVELAS, conduzidas pela ousadia e mestria de mais de 1500 crianças e jovens, através de um mar a cheirar a música. Ao ritmo certo das caravelas, e envoltos numa dimensão mágica, criativa, literária e histórica, a palavra, a música, a dança, o canto e a encenação surgem em cena determinados a mostrarem a alma de um povo, pintada de mar, terra, ar e fogo. O espectáculo pretende homenagear a cultura brasileira, de raiz portuguesa.
06 março 2012
Merdas e Afins
Tempos bons esses em que sobrava a generosidade para afagar as misérias da vida. Consta que a minha avó Florinda, pela localização privilegiada da sua venda, dispunha de presença constante de gentes das serras. Na lateral da Igreja Matriz e com a presença constante da rodoviária, com os seus cinzentos autocarros, chegavam gentes que, com maior ou menor predisposição, aproveitavam a quarta-feira para ir à vila.Eu, puto pseudo-urbano, olhava-os com um misto de curiosidade e desassombro. Espreitava-os nas suas descargas, não só em forma de mercadoria, mas biológicas. Se aos homens era-lhes culturalmente permitido o comum desiderato, às mulheres a vergonha impunha-lhes certas restrições. Mas eram espertas. Simplesmente afastavam as pernas…
Tudo isto para dizer que no Minho a natureza confunde-se com o cultural. A cultura não é uma segunda natureza, é a natureza. Daí que o verbo acompanhe a respectivo acto. Certo dia, a minha avó deu guarida a uma dessas espertíssimas mulheres pelo facto do autocarro não ter esperado. Generosamente disponibilizou-lhe o ninho num anexo relativamente confortável pela proximidade do fogão de lenha que havia funcionado para a vitela. Na manhã seguinte, a mulher foi-se embora mas esqueceu-se da descarga manual do penico. Pela extensão da coisa e pela «lata», a minha avó ficou duplamente surpreendida. Qual rede social, a notícia espalhou-se rapidamente pelas redondezas. Ao chegar aos ouvidos do gasolineiro das bombas ao lado do posto da GNR, quis logo comprovar in loco a veracidade do achado. Quando lá chegou, disse a frase que se impunha: quem assim caga, boa merda deve comer!
António Daniel
01 março 2012
Março Recheado

Em Destaque:
III Jornadas Literárias de Fafe
"As Palavras e o Tempo"
Dias 9 a 24Toda a programação em:
http://www.jornadasliterariasdefafe.com/
Música:
"Os Lábios"
Cine Teatro de Fafe
Dia 10
"Santos e Pecadores"
Pavilhão Multiusos de Fafe
Dia 31
Desporto:
"Taça de Portugal em Basquetebol"
Pavilhão Multiusos de Fafe
Dias 15 a 18
"Fafe World Rally Sprint"
Troço Fafe/Lameirinha
Dia 24
27 fevereiro 2012
Laços Eternos
Aquando da altura de se criarem laços, nessa ponte área de empatia e de bonomia, importante é apostar nas pessoas e na possibilidade de se juntarem afectos! Quando há um primeiro contacto, uma abordagem iniciativa, a primeira pedra filosofal é a imagem. Aparência é o alicerce de uma construção mental, de um retrato robot, desde logo apreendido na memória das gentes. Será e é para ver e ser vista como a capa que protege o corpo, o embrulho que encerra a prenda. A aparência trabalhasse e controlasse e a breve prazo é profundamente válida.Neste ponto, uma relação superficial está criada! Tal como na ciência exacta que alguém ousou chamar de matemática, 2 mais 2 são quatro, e boa aparência com boa imagem, formam um casamento feliz.
Depois, com o tempo, esse irmão gémeo inseparável na vida de qualquer pessoa, a aparência vai se esbatendo em grau de preponderância. Ela parece que já não chega, que falta algo mais, um passo em frente, uma construção sustentada ou um sonho enriquecido.
Então, o comportamento e a atitude começam a ser tidos em conta. Um gesto, uma palavra, algo que saiu e não se cria, aos poucos ou de forma célere, tais são as circunstâncias da vida, as afinidades intelectuais podem vir ao de cima e dai criar-se uma amizade. Essa relação perfeita, duradoira e com a possibilidade de se tornar imutável. Ter um amigo é um verdadeiro tesouro, um terceiro pulmão, um segundo coração, um querer polvilhado de felicidade.
Mas tal como numa maratona, a meta quando está ao alcance de forma quase inconsciente até faz com que o cansaço repouse de uma forma um tanto ao quanto natural. Ulteriormente a algum tempo, deparamos nos com a diferença, a subtil dissemelhança entre amizade e amor. Esse sentimento tão definido quando indefinido, esse pulsar de uma não razão feito que é na sua essência uma nobreza compactada de um altruísmo desmedido.
Poderia ser esta uma breve resenha da condição humana, esse caminho do Homem enquanto age deixando de ser escravo das necessidades para finalmente ser livre. As condições humanas variam de acordo com o lugar e o momento histórico onde nos inserimos. Nesse sentido todos somos condicionados, até mesmo aqueles que condicionam o comportamento de outros. Pois são também condicionados pelo próprio movimento de condicionar.
Daí a importância da confiança! Esse fio condutor que faz com que nos importemos com o inicio e o fim mas não com o processo de chegada. Quando se deixa de analisar se um facto é ou não verdadeiro e se entrega essa análise à fonte de onde provém a informação e simplesmente a considera como aprovada em plenitude. Viver e saber viver com abrangência e veracidade são a chave que abre o portão da qualidade de vida humana.
Poderá ser este o nosso juízo em relação ao nosso Concelho! Com responsabilidade, abrangência, convicção e sensibilidade, devemos cada um de nós sermos actores principais do nosso destino, por uma cidadania activa!
João Castro
23 fevereiro 2012
A Reforma Administrativa em Fafe
O projecto de grupo referido incluía um estudo do território relativo ao concelho de Fafe, seguido de uma proposta de reforma administrativa. Partindo da opinião do Engenheiro Miguel Summavielle (cujo parecer sobre este tema já foi, de resto, emitido no Blog Montelongo), a proposta final de reestruturação do território do concelho encontrada remete para sete agregações:
- Agrela, Serafão, Monte, Vila Cova, Freitas e Travassós
- Gontim, Aboim, Felgueiras, Queimadela, Pedraído, Várzea Cova, Ribeiros e Moreira de Rei
- Passos, Vinhós, Revelhe e Estorãos
- Golães, Fornelos, Medelo, Fafe, Cepães e Antime
- Arões S. Romão e Arões St.ª Cristina
- S. Gens, Quinchães, Seidões, Ardegão e Arnozela
- Fareja, Armil, Silvares (S. Clemente), Silvares (S. Martinho) e Regadas
Teríamos desta forma uma diminuição do número de freguesias em cerca de 81%, valor bastante significativo, sobretudo se tivermos em conta o propósito da reforma administrativa. Na base desta proposta estão critérios “ligados ao urbanismo e à realidade actual das unidades ocupadas pelas pessoas no terreno”, bem como “a dimensão relativa das freguesias dentro do próprio concelho e aquilo que é a estrutura da malha urbana existente”. Estes são critérios enunciados pelo Engenheiro Miguel Summavielle, que acabámos por inevitavelmente adoptar, uma vez que a sua proposta de reforma administrativa esteve na base daquele que foi o resultado do projecto em questão. A estes critérios acrescentámos o do equilíbrio entre a população total das freguesias, sua área e densidade populacional, bem como a proximidade geográfica e alguns factores históricos.
A reforma administrativa deveria seguir, na minha opinião, uma análise local, evitando pareceres vindos da parte do Estado (aquilo que provavelmente acontecerá se não se chegar a acordo a nível concelhio), sob o risco de uma proposta menos personalizada e adequada à realidade de Fafe e às suas populações.
Sofia Rodrigues
17 fevereiro 2012
Nostalgia De Uma Vila Que Me Adotou
Quis o “destino” que por cá encontrasse companheira, consumando o enlace na “acrópole” do povoado, na capela barroca de Santo Ovídio.
Na época, Fafe era uma vila pacata, como tantas outras do interior minhoto, tinha um ambiente sossegado, à exceção das quartas-feiras com o bulício da feira semanal; tinha linha férrea de ligação via Guimarães, esquadra da PSP, posto da EDP e um Centro de Artesanato; tinha um Teatro-cinema “moribundo” onde ainda assisti a várias fitas, aproveitando o intervalo para queimar pouco mais de dois tostões de tabaco sem ter de sair da sala.
Pouco depois surgiu o Estúdio Fénix, a sala de cinema, espetáculos e outros eventos da Vila; tinha o Rali de Portugal que deu a Fafe uma visibilidade internacional. Realizavam-se duas grandes Festas Culturais: a do livro e do Artesanato. No Zé da Menina degustei a genuína vitela à moda de Fafe e no verão, o Jardim do Calvário era concorrido, talvez pela existência de um bar junto ao coreto.
Lembro-me dos corsos carnavalescos organizados pelo Grupo Nun’ Álvares que povoavam o centro cívico com centenas de foliões e milhares de populares.
As tradicionais corridas de Maio faziam-se em plena praça 25 de Abril, e o povo delirava com as peripécias da emblemática prova.
Não havia grandes superfícies comerciais, nem “chinesices”, o comércio, agora designado tradicional, era uma feira contínua onde os produtos eram expostos, bem à vista, no exterior das lojas.
Os automóveis escasseavam a contrastar com o movimento de transeuntes. Na guarda em ferro da Arcada, dezenas de homens “controlavam” o centro da Vila, enquanto “lavavam roupa suja”, qual “lavadouro transvestido”.
Existiam tascos, cafés, casas de pasto e pensões que viram a forte concorrência dos “snacks” furtar-lhes a clientela… na época, alguns fechavam cedo, depois das quatro da madrugada...
As Festas do Concelho e as Feiras Francas ocupavam o espaço central da Vila que fervilhava ao receber o negócio ambulante e os milhares de fafenses e forasteiros, que ainda não tinham de pagar para ver.
Fafe da primeira metade dos anos 80 do século passado era uma Vila plácida mas encantadora, era a “Sala de Visitas do Minho” onde a sua “justiça” era um mito espalhado pelo mundo, que lhe conferia popularidade.
Os fafenses da Vila de antanho eram bairristas, gostavam e defendiam as suas tradições, o seu património, a memória coletiva deste rincão que um dia soube acolher-me, ocupando um lugar muito especial neste meu peito que continuará exposto às “balas” em defesa dos valores genuínos da Cultura desta Terra, cada vez mais descaracterizada, aparentemente rendida a uma globalização cujos interesses económicos vão, gradualmente, destruindo as nossas raízes em proveito de um desenvolvimento cada vez mais contestado, onde o cidadão comum é o “elo mais fraco”.
Jesus Martinho
14 fevereiro 2012
Dia de S.Valentim
O átrio de entrada esteve engalanado com balões vermelhos e brancos, alguns em forma de coração, os quais se estenderam a outros espaços, como as salas de leitura e o espaço polivalente. Também no átrio, esteve patente uma exposição de livros sobre a temática do amor, de autores portugueses e estrangeiros.
Em todo o espaço, foram colocados e pendurados cartões vermelhos com poemas de autores locais, como Artur Coimbra, Pompeu Martins, Acácio Almeida, Nuno Pinto Bastos, João Ricardo Lopes, José Salgado Leite, Ruy Monte, Maria Aurora Guimarães e Ana Martins, entre outros, alguns dos quais alunos de escolas da cidade.
Ao longo do dia, os leitores da Biblioteca foram obsequiados com balões e cartões com os referidos poemas de poetas locais, que poderam assim levar para casa e oferecer aos namorados.
10 fevereiro 2012
A Capital Europeia da Cultura e a Promoção Cultural
O dia inaugural de «Guimarães Capital Europeia da Cultura» mostrou aspectos interessantes relativamente ao modo como se promove, como se vive e se assiste à cultura, pormenores que deveremos atentar quando pretendemos organizar eventos em cidades pequenas, como Fafe.A promoção: não querendo entrar em pormenores quanto à publicitação a nível nacional da iniciativa, a Capital Europeia da Cultura mostrou que, como em tudo, o desenvolvimento cultural faz-se pela procura de identidade. Obviamente que em Guimarães é fácil, em virtude da identificação da cidade com as suas gentes, mas não deixa de ser curiosa a paixão (simbolizada pelo coração) identitária e o orgulho associado. De onde provém este orgulho? Na afirmação da qualidade. A cultura, que começa a ser uma inegável indústria, pelo seu modo expressivo e reivindicativo, só é realizável se aberta a todos e todos merecem o melhor. Por este motivo, não basta «encher chouriços» para mostrar que se faz, é necessário acrescentar a preocupação pelas pessoas, dando-lhes, não o que querem, mas o que merecem.
Como se vive: Vive-se na rua. Os espaços fechados, apesar de serem imprescindíveis em certas realizações, podem inverter a democraticidade. O espaço aberto, desde que comportando actividades proporcionais ao espaço disponível, resulta num compromisso por todos e não por alguns, o que ajuda a fomentar o objectivo mais óbvio do efeito catártico da cultura: tornar-nos melhores.
Como se assiste: Indissociável do modo como se vive, está a predisposição das pessoas por acolherem a diferença. Nunca como agora, se anseia pelo diferente. Na falência do comum, urge pensar o diferente. Não existe melhor veículo, na medida em que abre mundos possíveis, do que a concretização do pensamento nos seus mais variados meios. Daí que, ao apresentar a diferença, os promotores culturais desenvolvem o chamado bem comum, condição fundamental para as pessoas acolherem aquilo que realmente merecem.
Eu sei que Pompeu está atento.
António Daniel
07 fevereiro 2012
Cine Teatro FEVEREIRO
EM DESTAQUE: ÁureaDia 25, 21:30H, Preço 10 Eur
Áurea nasceu a 7 de Setembro em Santiago do Cacém. Foi considerada a revelação do ano em Portugal no ano passado. Já deu mais de 70 concertos, incluindo nos coliseus do Porto e Lisboa, onde gravou o seu 2º album "Aurea ao vivo no coliseu dos recreios". É conhecida por cantar descalça. O álbum de estreia homónimo foi lançado a 27 de Setembro de 2010,tendo já atingido o primeiro lugar da tabela em Portugal, destronando o álbum ao vivo de Pearl Jam, Live on Ten Legs.
Aurea recebeu o Globo de Ouro de "Melhor Intérprete Individual" e foi anunciado a 19 de setembro de 2011 que Aurea estava nomeada para os prémios MTV Europe Music Awards, na categoria "Best Portuguese Act", tendo ganho o referido prémio. De entre as suas influências estão nomes como Aretha Franklin, Joss Stone, John Mayer, Amy Winehouse, James Morrison e ainda Zero 7.
02 fevereiro 2012
Estúdio Fénix: O Fim Anunciado
Não me lembro da última vez que fui ao Estúdio Fénix. Teria sido há cinco, seis, sete ou mais anos... não sei! Não guardo grandes recordações da última fase de vida daquela sala. Mais cedo ou mais tarde anunciava-se o fim que agora se confirma! Mas as recordações permanecem! Por lá fizeram-se grandes amizades, namoricos e relações que ainda hoje perduram. No escuro da sala trocavam-se cumplicidades, mãos entrelaçadas e gestos de paixão adolescentes. Nos intervalos, no bar dos bombeiros, compravam-se rebuçados para ir saboreando ao longo do filme. O Estúdio Fénix era uma porta de entrada para outras realidades que chegavam muito lentamente a Fafe. A bravura do Stallone no Assalto Infernal ou os grandes planos do Spielgberg no Jurassic Park eram um pretexto mais que justificável para juntar os amigos da escola em sessões de tarde ou nas primeiras saídas noturnas. Lá se comemoravam as festas da escola, o final do ano escolar e, por tantas razões, o estúdio fénix irá ser lembrado pelos melhores motivos. E, como fazem falta a Fafe esses locais simbólicos... O estúdio Fénix vai marcar uma geração como marcou o cinema outra geração no cine teatro. Muito haveria a dizer sobre esta sala. Muitas histórias ficarão para ser contadas mais tarde. O Estúdio Fénix vai desaparecer! O seu espaço simbólico ficará guardado, para sempre, na memória coletiva de Fafe.
Rui Silva
30 janeiro 2012
WRC Fafe Rally Sprint

Realizado no quadro do Vodafone Rally de Portugal 2012, esta exibição dos principais carros e pilotos presentes na quarta prova do Mundial da presente temporada assumirá a forma de um rally sprint, estando sujeito a todas as rigorosas medidas de segurança que incidem na actualidade sobre as provas do campeonato do Mundo da especialidade.
Conscientes de que o WRC Fafe Rally Sprint irá provocar, muito provavelmente, uma enorme afluência de público ao troço da Lameirinha, mas esperando que a evolução no comportamento por parte dos espectadores portugueses, reconhecida ao longo das últimas edições do Vodafone Rally de Portugal pelas equipas participantes e pelas autoridades desportivas, seja também uma realidade nas estradas de Fafe, os organizadores criaram locais específicos para os espectadores poderem seguir, em posição privilegiada e com toda a segurança, a evolução dos pilotos.
Deste modo, serão instaladas 4 Zonas Espectáculo (ZE), escolhidas em função da sua espectacularidade, visibilidade, segurança e, ainda, facilidade de acesso:
ZE1 – Monte Marco
ZE2 – Salto da Pereira
ZE 3 – Confurco
ZE 4 – Salto da Pedra Sentada
Cada uma destas quatro ZE será suficientemente ampla para acolher vários milhares de espectadores e, no caso da ZE1 de Pereira, será mesmo possível observar a passagem dos concorrentes segundo vários ângulos. Refira-se que, no caso de uma ZE "esgotar" a lotação, o respectivo acesso será cortado, pelo que o público será reencaminhado para as outras zonas espectáculo.
A presença de espectadores fora destas zonas espectáculo não será autorizada, sendo igualmente interdita a deslocação pela pista ou pelas respectivas bermas. Do mesmo modo, não será possível mudar de uma ZE para outra, pelo que deverá escolher com antecedência a zona pretendida e fixar-se nela, de forma a contribuir para uma segurança absoluta ao longo do evento.
Os acessos recomendados às quatro ZE serão divulgados em breve, o mesmo acontecendo com o programa da prova.
O WRC Fafe Rally Sprint foi concebido para ser um espectáculo destinado a entusiasmar o público, na expectativa de que o seu comportamento seja um exemplo de atitude cívica irrepreensível, de forma a não colocar minimamente em risco a completa realização deste evento e de futuras edições. Nunca se esqueça que a segurança de todos começa em si!
In http://www.lusomotores.com/content/view/12162/1/
26 janeiro 2012
Debates e Racionalidades
Nas últimas horas assistimos nas redes sociais a uma troca de galhardetes entre Artur Coimbra no seu blog e Eugénio Marinho no Facebook. Em primeiro lugar, quero deixar claro que, para mim, a polémica é imprescindível. A partir dela poderemos fixar intenções, crenças e desejos. Mais ainda, parece-me importante que cada vez mais o carácter polemista dos responsáveis por Fafe se faça sentir no éter das redes sociais para assim abranger um maior universo de pessoas. Fafe só terá a ganhar.Como desconheço o comentário que Eugénio Marinho pretensamente publicou no blog de Artur Coimbra, quero deixar a minha opinião sobre o dito artigo. Em primeiro lugar, sendo um blog pessoal, o seu autor é livre de opinar como deseje. Contudo, não pode fugir à responsabilidade de ser lido. E creio que disso, Artur Coimbra tem plena consciência. O seu principal argumento baseia-se num processo de intenções:
A lista à qual está afecto, fez um bom trabalho.
Se fez um bom trabalho, então não se justifica a apresentação de uma alternativa, a não ser que haja alguma jogada.
Logo, há uma jogada política.
Ora, se me parece justa a primeira premissa, quanto à segunda encontro uma ideia que me é estranha como cidadão que procura ser esclarecido e, acima de tudo, que gosta do debate democrático. A essência da democracia está na possibilidade das pessoas estarem erradas, isto é, apesar de alguém estar a fazer um bom trabalho, não significa que não apareça alguém com melhores ideias. Onde está o problema?
Caso haja qualquer «jogada» de cariz partidário, então começo a desconfiar que o pessoal afecto ao PSD está a ter alucinações. Espero que não.
António Daniel
22 janeiro 2012
Um País Adiado

Era uma vez um país cheio de História, polvilhado de gentes de grande superação, mas que teimava em permanecer no marasmo e em adiar o mérito que lhe pertence. Estes poderiam ser um pouco mais ou menos, os vocábulos inerentes, aquele que é o estado do nosso país. Portugal anda triste! Isso nota-se no calcorrear das pessoas, olhando às vezes no vazio e teimando em pensar em algo que já não existe. É urgente, uma revolução de mentalidades! Basta o chico espertismo, basta o adiar das nossas potencialidades. A corrupção é um enxame que tem de ser combatido sem trégua.
Nós temos tudo. Um povo simplesmente fantástico e pronto a dar a volta às situações difíceis, recursos naturais e uma geografia simpática. Que se acabem as vitórias morais, as vicissitudes do destino ou os agravos do Fado tão Português.Nós somos tão bons ou melhores que qualquer outro povo do Mundo. Há que lavar a cara, andar na rua de cabeça erguida, olhos no futuro com trabalho, com alma e sem ter receio de reclamar, de lutar, de erguer barreiras contra a pandemia que se instalou, de que no nosso país o caminho mais fácil é sempre o melhor! Que não sejamos mais um país adiado! Não permitamos isso, e se nos disseram que não, que não é assim, que não valemos nada, respondamos com indiferença e prossigamos em frente, rumo ao nosso rumo e à nossa página da História! Sim Portugal, nós vamos conseguir!!!!
João Castro
17 janeiro 2012
Blogs do Ano 2011
O Blog Aventar organiza pela primeira vez um concurso de blogs com o objectivo de promover e divulgar o que de mais interessante se faz na blogosfera portuguesa e de língua portuguesa. É organizado em duas fases de apuramento, a primeira aberta a todos os que queiram participar e a segunda constituída pelos 5 mais votados de cada categoria.A votação decorre até 21 de Janeiro e o BLOG MONTELONGO é um dos blogs seleccionados na secção Locais/Regionais. Para votar, sigam o seguinte endereço:
http://aventar.eu/blogs-do-ano-2011/
13 janeiro 2012
Termómetro 2012
Está à porta a edição de 2012 do Festival Termómetro, que vai decorrer, na primeira fase, em cinco espaços das cidades do Porto e de Lisboa. Foram 25 os projectos musicais seleccionados, e, segundo Fernando Alvim, o mentor e director do festival, esta é a edição com mais potencial de toda a história do festival.
Durante o mês de Janeiro decorrem as eliminatórias do Festival Termómetro, onde serão seleccionados os finalistas que, a 4 de Fevereiro, vão participar na final do Festival na sala 114, no Porto.
O presidente do júri será Henrique Amaro, da Antena 3, tendo o projecto vencedor a oportunidade de editar um CD com 4 temas originais, gravar um videoclip, realizar uma sessão fotográfica profissional e ganhar uma viagem para todos os elementos a Londres. Valter Lobo, jovem músico fafense, actua hoje à noite na 1ª eliminatória do Festival no Espaço Maus Hábitos, no Porto.
João Coimbra
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