20 dezembro 2010
18 dezembro 2010
Fafe captou 11 Milhões em Fundos Comunitários

A Câmara Municipal de Fafe candidatou-se a vários projectos inseridos no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), e viu aprovados investimentos na ordem dos 16.863.571,12 euros, informou o gabinete de imprensa da autarquia.
Este é o montante das candidaturas aprovadas até este momento, tendo a autarquia outras candidaturas que vai igualmente sujeitar à aprovação deste programa.
São trinta e duas as acções a desenvolver em todo o concelho, de onde se realça o apetrechamento do Centro Educativo de Regadas, rectificação e beneficiação da Rua da Cumieira e Guerra Junqueiro, Instalação do Arquivo Municipal no Palacete do ex-grémio, requalificação da Rua Luís de Camões e dos Aliados e a recuperação do Teatro-Cinema de Fafe dos quais a câmara já recebeu 2.879.468,24 euros.
Para além dos investimentos no concelho, a autarquia tem igualmente parcerias com outras entidades, nomeadamente a AMAVE e outros, cujos investimentos imputados ao Município são na ordem dos 375.151,40 euros e que igualmente viu aprovado um montante de 271.424,06 euros (77%).
In www.correiodominho.com
14 dezembro 2010
Fafe e a Sua Juventude

Mais do que todas as mudanças na sociedade actual, preocupa-me hoje em dia, haver mais de 50% de jovens até aos 24 anos que são “vítimas” dos recibos verdes, de contratos temporários, salários baixos e vínculos laborais precários. Mais do que tudo, preocupa-me que as novas gerações, que são o futuro do nosso país, vivam a angústia de não saber se amanhã terão emprego, alternando constantemente entre o trabalho precário e o desemprego, numa situação de permanente instabilidade que não permite organizar com segurança a vida profissional, nem a vida pessoal e familiar.
O desencanto e a injustiça que sentem é pouco ou nada combatido pelas políticas nacionais e locais que, de uma maneira geral, vão pouco de encontro às expectativas dos mesmos.
Na cidade de Fafe não existem, por exemplo, espaços desportivos gratuitos ao ar livre. Já nos meus tempos de liceu, nos queixávamos disso. Ao fim de semana, variadas vezes, trepávamos as redes da secundária ou do ciclo e aí fazíamos as nossas partidas. Passou-se mais de uma década e o cenário mantém-se.
O cinema desapareceu! Espaços radicais não existem!
Os jovens não têm um espaço onde possam criar, divulgar, interagir e actuar livremente sem terem que andar a pedir autorizações a terceiros.
Existe um edifício com dezenas de associações e não existe uma Casa para a Juventude.
Há mais cultura actualmente e a reabertura do cine teatro permitiu haver concertos de bom nível em Fafe, o que raramente acontecia à pouco tempo atrás.
Inúmeros exemplos poderiam ser dados que justificam o porquê deste distanciamento entre Fafe e a sua juventude.
Os jovens, no fundo, estão desencantados com as opções políticas que, desde sempre, nortearam os destinos de Fafe. Ao não ser proporcionada à juventude meios de criação artística e cultural independente, espaços desportivos e de lazer devidamente enquadrados na cidade, formação ou apoios mais consistentes a diversos níveis, vamos ter cidadãos, no futuro, pouco participativos, pouco dinâmicos e pouco empenhados na transformação da sociedade.
Temos uma sociedade fafense conservadora co-responsável, também, pelo marasmo que se vive ao nível das ideias. O que não se pode admitir é que este conservadorismo alastre desde a base até ao topo da pirâmide.
Falamos cada vez mais em iniciativa privada. A iniciativa privada é essencial para o país e para Fafe. É essencial haver gente que acredite no dinamismo e na criatividade da juventude.
Hoje em dia, é possível ouvir música ao vivo e outras abordagens artísticas em alguns bares fafenses. É essencial não criar entraves para que a iniciativa privada se possa desenvolver cada vez mais. Há que apoiar e incentivar novas formas de expressão cultural.
Há que inverter as opções e apostar numa política sustentada e duradoura que interligue a educação, a juventude e a cultura. Não quero continuar a ver Fafe como uma região cada vez mais pobre, deprimente, de desempregados e com baixo nível cultural.
Neste aspecto, as juventudes partidárias têm que se fazer ouvir. Não basta enunciar um conjunto de medidas que são, meramente, um manifesto de intenções. Há que actuar, denunciar e ter coragem para propor acções ousadas que a juventude fafense já reclama há muito tempo.
Como se não bastasse terem que encarar o futuro com tantas incertezas e instabilidades no mercado laboral, é profundamente injusto quando uma cidade não propicia à sua juventude as mesmas oportunidades que outros concelhos.
Pedro Fernandes
10 dezembro 2010
"Barba e Cabelo"

"Barba e Cabelo" é um cartoon com presença diária no jornal desportivo "A Bola". Luís Afonso, um dos maiores cartoonistas portugueses, é o autor desta rubrica. Nos arquivos do jornal encontramos referência a dois cartoons directamente relacionados com a AD Fafe. Um deles refere-se a um célebre jogo em Leixões e outro visa directamente um ex-presidente do clube...Quem se recorda destes dois acontecimentos e das pessoas envolvidas?
06 dezembro 2010
Povoado Castrejo Carece de Intervenção Urgente
As ruínas do Povoado Castrejo de Santo Ovídio, tantas vezes divulgadas em publicações de índole turística, estão novamente entregues ao abandono, sujeitas à acção negligente dos humanos e dos factores naturais de erosão.
A ponta do véu foi levantada nos anos 80 do século passado, altura em que as escavações arqueológicas trouxeram à luz do dia um conjunto de ruínas, que apenas correspondem a uma ínfima parte das reais potencialidades do Monte de Santo Ovídio, onde no decorrer do 1º milénio a.C. foi implantado um Povoado Castrejo.
Estamos perante um testemunho Proto-Histórico, posteriormente romanizado, que bem pode ser considerado o “Berço” da cidade de Fafe, um Monumento classificado a nível nacional, que já viu a sua área de protecção, várias vezes agredida, usurpada e ultimamente até interditada, por quem não tem qualquer direito legal, a não ser a obrigação de preservar aquele Património como cidadão. Este é o nosso dever consagrado na Lei.
O “Castro de Santo Ovídio” é mais um exemplo do abandono de tantos outros sítios arqueológicos que “agonizam” por esses pais afora, onde normalmente os interesses económicos e um progresso muito contestável apagam páginas importantes da nossa identidade Histórica.
O Povoado de Santo Ovídio não pode continuar a ser menosprezado. É um Imóvel de Interesse Publico que deve ser respeitado, conservado e valorizado.
Está na altura de fazer ali uma intervenção compatível com a importância deste testemunho maior da ocupação humana ancestral, de uma terra que pouco tem investido no seu/nosso Património Arqueológico.
Jesus Martinho
02 dezembro 2010
Turismo

Aqui está um bom exemplo de um investimento privado que possui todas as características para ter sucesso. Assim se espera pelas várias avaliações positivas que vai tendo. Contudo, no visionamento do vídeo deparamo-nos com visitas dos turistas efectuadas a várias cidades do Minho, contudo imagens de Fafe não constam. Má promoção? Incompetência do Município? Tudo bem, Fafe não terá o interesse histórico que outras cidades vizinhas terão, mas também não denoto muito esforço para uma promoção mais incisiva dos valores que Fafe possui.
O que pensa o leitor?
António Daniel
30 novembro 2010
27 novembro 2010
Ainda a Casa do Penedo...
Esta casa que fica situada no nosso concelho ganhou projecção em todo o mundo graças à Internet. Em muitos sites, de variados países, figura no "Top Ten" das casas mais estranhas do mundo. Na curta existência do nosso concelho, nada teve maior projecção à escala mundial do que este espaço e isso não pode ser subestimado. Já aqui foi feita referência no Blog a este assunto mas, como até agora, continua tudo praticamente igual, vamos relembrar as autoridades municipais competentes que esta casa, embora seja propriedade de um particular, tem uma enorme potencialidade turística, podendo ser mais uma marca que identifique Fafe, cá dentro e lá fora. Este blog lança um desafio a todos os leitores... Esta habitação poderá, de alguma forma, potencializar o turismo no nosso concelho?
24 novembro 2010
22 novembro 2010
A Gestão dos Dinheiros Públicos

Portugal é um dos países da Europa com menor taxa de fecundidade. Como condição consequente deste facto há crescentemente um aumento da população envelhecida. Estudos apontam para que 20% da população total, tenha mais de 65 anos no ano de 2014.
Contudo todos estes dados anteriormente referidos contradizem os recentes acontecimentos ocorridos na nossa cidade.
No último boletim editado pela Junta de Freguesia de Fafe, são noticiadas e evidenciadas cinco remodelações efectuadas em parques de diversão infantis. É óbvio que deve ser dada a devida importância aos estádios de desenvolvimento da criança e, todos sabemos, que a diversão é uma das melhores formas de estimulação, porém o facto de serem remodelados não um ou dois parques, mas 5 (tendo em conta os índices de fecundidade acima mencionados), faz-me pensar se os nossos dinheiros públicos estarão a ser bem geridos numa altura em que se apela ao controlo da despesa pública. Terão todas estas infra-estruturas, um futuro próspero? Ou então, chegar-se-á à conclusão que foram más apostas do poder local, sem visão estratégica?
Bruno Cunha
17 novembro 2010
Ministério da Educação distingue Autarquia Fafense

A Câmara Municipal de Fafe foi distinguida com o Prémio “Autarquia”, atribuído pelo Ministério da Educação, no âmbito da Festa do Desporto Escolar – 2010, realizada na Escola Sede do Agrupamento de Escolas Artur Gonçalves, em Torres Novas e que contou com a presença da Ministra da Educação.
A Festa do Desporto Escolar distingue anualmente aqueles que mais se notabilizam no âmbito do Desporto Escolar, envolvendo nove categorias: “Aluno”, “Espírito Desportivo”, “Professor”, “Escola”, “Autarquia”, “Internacional”, “Carreira Desportiva”, “Media” e “Desporto Adaptado”.
De realçar que Fafe foi a única autarquia a receber o galardão, na área da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), “pelo seu excepcional comportamento e desempenho nas actividades do Desporto Escolar”.
O Vereador da Educação da Autarquia, Antero Barbosa, congratulou-se com esta distinção, “que vem reconhecer o trabalho que se tem feito com os agrupamentos escolares ao nível do desenvolvimento do desporto em geral e o escolar em particular”.
Realçou também que nesta distinção deve ter estado presente o empenho que a autarquia, juntamente com os agrupamentos escolares, teve na organização local do campeonato mundial de andebol escolar – ISF 2010, que se realizou entre 20 e 27 de Março nos municípios de Fafe, Guimarães e Braga.
15 novembro 2010
Empresários culpam Apoios Sociais pela Falta de Trabalhadores
Os empresários do Vale do Ave queixam-se de falta de mão-de-obra, apesar de a taxa de desemprego na região rondar os 15%. Os empresários e o presidente da Câmara Municipal de Fafe consideram que a culpa é dos apoios sociais e das acções de formação profissional, através das quais os desempregados ganham quase tanto dinheiro como se estivessem a trabalhar. Uma reportagem da jornalista Ana Gonçalves.
10 novembro 2010
Uma Gota para a Vida
Doar Medula Óssea não custa nada. Simples, indolor... E pode salvar uma vida. A esperança é que um desses dadores ajude o ALBERTO JORGE. Se tens entre os 18 e os 45 anos e mais de 50 kg aparece dia 14 de Novembro, das 10:00h às 16:00h na Escola Secundária de Fafe para recolha de sangue e de esperança.
É um jovem da nossa cidade de Fafe, aluno da Escola Secundária que precisa da nossa ajuda.APOIO: Centro de Histocompatibilidade do Norte e Escola Secundária de Fafe
08 novembro 2010
Novo Cartão Jovem Municipal

Apesar de Fafe ter, há mais de uma década, um Cartão Jovem Municipal, este nunca teve grande adesão. O Cartão foi-se mantendo vivo mais nas palavras dos responsáveis autárquicos do que propriamente na juventude que pouco usufria das vantagens a ele associadas.
A chegada de Pompeu Martins à vereação trouxe uma nova atitude perante os mais jovens, apesar de serem alguns que andem a colher os louros nos discursos da praxe. Este novo cartão jovem municipal que vai oferecer aos jovens do Concelho descontos em viagens, transportes públicos, bilhetes de cinema, entrada em recintos desportivos, produtos e serviços no âmbito da cultura, lazer, comunicações, saúde, divertimentos nocturnos, festivais de Verão, entre muitas outras, tem a sua marca. Com mais vantagens, agora até aos 30 anos e com benefícios nacionais, internacionais e locais, o novo Cartão Jovem (que agrega o tradicional cartão e as vantagens do antigo cartão municipal) pode ser adquirido pelo valor unitário de 8€.
Todos os serviços públicos locais devem ter desconto para os mais jovens, inclusivé no Cine Teatro, apesar dos bilhetes serem bastante acessíveis. Uma ideia apenas para estimular mais ainda a adesão dos mais jovens ao espectáculos que merecem, muitas vezes, mais público.
02 novembro 2010
"Serviço Público..."

Esta semana ficamos a saber através de um jornal local o "chorudo" salário do nosso Presidente da Câmara. Se multiplicarmos esse vencimento por mais algumas centenas de autarcas e adjuntos, se a estes juntarmos as reformas e pensões vitalícias de mais algumas milhares de personalidades que nos representam ou representaram na Assembleia da República, nos Ministérios, Fundações Públicas e afins talvez possamos ficar com uma pequena ideia do "serviço público" que estes senhores prestam ao país em tempos de crise.
Ficamos a saber, também, que o Orçamento de Estado de 2011 contempla um total de vinte políticos do Governo que vão receber subsídio de alojamento. Por mês, os governantes têm 1400 euros ao seu dispor para arranjarem casa.
Entre os secretários de Estado, Laurentino Dias, apesar de ter residência oficial em Fafe, vai usufruir deste apoio.
O que dirão Professores, Enfermeiros, Polícias e outros funcionários públicos, deslocados como o Sr. Secretário de Estado, que têm um vencimento muito mais inferior e ajudas de alojamento não sabem o que isso significa na carteira ao fim do mês. No fundo, a ideia de que a crise está a ser paga por todos é falsa! Estes políticos de hoje e de ontem não são socialistas, nem sociais democratas. São meros capitalistas que prestam um melhor serviço a si próprios do que ao nosso país e que têm a sorte de viverem numa terra de brandos costumes onde a justiça não funciona e a corrupção é quase uma questão cultural.
Pedro Fernandes
29 outubro 2010
26 outubro 2010
22 outubro 2010
Novamente o Ranking
Relativamente ao ano transacto, a Escola Secundária de Fafe quedou-se, no que diz respeito às classificações obtidas nos exames, pelo 430º lugar. Um lugar muito modesto, rivalizando com as piores escolas nacionais, incluindo muitas escolas problemáticas da região de Lisboa ou do interior mais profundo. Devo dizer que sou desconfiado relativamente a estes rankings. Comparam o incomparável. Só seria interessante, caso fornecessem às escolas públicas as mesmas condições para irem à guerra (escolha dos alunos, critérios disciplinares...) Haveria, com certeza, muitas surpresas. Contudo, isto não impede de termos uma reflexão profunda. Mesmo os responsáveis pela escola deviam tomar posições, avaliando as direcções pelo insucesso. Caso fosse necessário, demitiam-se.
Obviamente que Fafe, como temos vindo a dizer, nunca foi uma terra que valorizasse muito o conhecimento. Aí a escola é um reflexo. Sempre deu vantagem à ignorância face à sabedoria, sempre preferiu a emoção à racionalidade. Por isso, reconheço na escola a necessidade de um esforço hercúleo, mas também peço ao Pelouro da Cultura que promova a cultura científica. Só uma última nota, os partidos da oposição? Lembro-me, faz agora um ano, do comentário de Miguel Summavielle a este post.
Obviamente que Fafe, como temos vindo a dizer, nunca foi uma terra que valorizasse muito o conhecimento. Aí a escola é um reflexo. Sempre deu vantagem à ignorância face à sabedoria, sempre preferiu a emoção à racionalidade. Por isso, reconheço na escola a necessidade de um esforço hercúleo, mas também peço ao Pelouro da Cultura que promova a cultura científica. Só uma última nota, os partidos da oposição? Lembro-me, faz agora um ano, do comentário de Miguel Summavielle a este post.
António Daniel
18 outubro 2010
XI Jornadas de Cultura Alemã

No âmbito das XI Jornadas de Cultura Alemã, que se realizam em Braga, Fafe recebe (pela primeira vez) de 15 a 28 Outubro, um conjunto de iniciativas, organizadas pelo departamento de Estudos Germanísticos e Eslavos (DEGE) do Instituto de Letras e Ciências Humanas (ILCH) da Universidade do Minho, em parceria com o Município de Fafe.
Das iniciativas previstas, destaca-se a inauguração da exposição fotográfica/documental, intitulada «Ortszeit / Hora Local» e evocativa dos vinte anos da queda do Muro de Berlim, a qual ocorre esta sexta-feira, dia 15 de Outubro, às 15 horas, na Galeria da Casa da Cultura e estará patente até ao dia 28 do mesmo mês.
Evidencia-se, igualmente, o Ciclo de Cinema Contemporâneo Alemão – Encontro das Culturas [em colaboração com o Goethe Institut Portugal e Cineclube de Fafe], no auditório da Biblioteca Municipal, com a exibição dos filmes legendados Im Juli (Em Julho), de Fatih Akin (dia 15); One Day in Europe, de Hannes Stoehr (dia 19); Solino, de Fatih Akin (dia 24) e Grave Decisions, de Marcus H. Rosenmueller (dia 26), sempre às 21h30, com acesso livre.
13 outubro 2010
Fecho de Escolas

A propósito desta notícia seria bom esclarecer alguns pontos de vista. Ao contrário do que defendem os serviços centralizados do ME, a criação de mega-agrupamentos não determina a melhoria do ensino nem a tão socialista igualdade de oportunidades (utilizando o argumento da internet, há estudos interessantes como este). Pelo contrário, a concentração de crianças pode gerar fenómenos de Bulling ou outros que anteriormente estariam controlados. Creio que as crianças em idades precoces necessitam de enquandramento. Não falo de protecção, mas de acompanhamento. Por estes motivos, concordo em absoluto com a posição do Presidente da Junta e discordo da posição da Câmara. Se as coisas correrem mal, então quem criou estas políticas deve ser responsabilizado; caso corra bem, devemos conotar com uma mera sorte. Porquê? Porque o fecho das escolas não é suportado por estudos objectivos quanto à sua utilidade, as decisões são tomadas de acordo com agendas eleitorais e as pessoas não são consultadas. Não se pode fazer uma manif pequenina…? Claro que não! Já agora, o que pensa a oposição camarária?
António Daniel
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